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10/06/2012
Psicanálise na Saúde Pública

A PSICANÁLISE NA SAÚDE PUBLICA NO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS – MG (PROJETO DE INTERVENÇÃO)

Adenir Pereira de Freitas[1]

 

 

OBJETIVOS:

Este projeto de intervenção tem o principal objetivo de sugerir a inclusão  da psicanálise na saúde pública de Montes Claros - MG, como um modo particular de terapia visando o equilíbrio mental do individuo, utilizando a psicanálise aplicada à terapêutica no estudo dos sintomas do sujeito como forma de tratamento.

Diminuir os custos com fármacos e pessoal nos tratamentos em pacientes com transtornos mentais ou psicológicos, atendidos nas redes publicas.

Oferecer mais eficácia e objetividade nos tratamentos com o uso da psicanálise aplicada na saúde mental publica.

Diminuir o tempo de uso de fármacos pelos pacientes, melhorando a qualidade de vida dos mesmos, proporcionando-lhes um melhor acompanhamento dos seus traumas ou transtornos

 

PROBLEMA

Em Montes Claros – MG ao contrario dos grandes centros não oferece a população de baixa renda o acesso ao tratamento psicanalítico dentro das instituições de saúde pública, e deste modo oferecendo tratamentos direcionados à cura dos sintomas e não atingindo a raiz dos transtornos, acarretando custos com medicamentos e constantes consultas.

 

JUSTIFICATIVA

A psicanálise foi a priori, uma teoria desenvolvida pelo médico especializado em doenças mentais, Sigmund Schlomo Freud. Segundo ele a psicanálise buscava analisar o funcionamento da mente humana, sendo assim, um método exploratório que se destinava ao tratamento dos comportamentos compulsivos e de outras doenças de natureza psicológicas sem motivações orgânicas. Muitas vezes, estes comportamentos tinham como conseqüência a debilitação física e mental do indivíduo, levando-o ao internamento em centros de tratamentos mentais onde alguns eram equivocadamente submetidos aos rigores e métodos existentes na época para a reabilitação dos doentes mentais comuns, ou diagnosticados como loucos.

 

A psicanálise de Freud baseou-se nas doutrinas platônicas e no pensamento filosófico, uma vez que Freud antes de ser medico era graduado em filosofia pela Universidade de Viena, na Áustria, o que explica o uso das idéias filosóficas, atreladas a sua longa carreira clinica , originando os postulados da teoria da psicanálise, tendo várias fontes de inspirações, dente elas, a mais contundente, que foram as descobertas do médico austríaco Josef Breuer, referente à doutrina platônica.

 

Um século já se passou desde a descoberta de Freud, “O pai da Psicanálise”, muitas teorias se apresentaram, vários estudiosos levantaram suas bandeiras e correntes de pensamentos, como Otto Rank, Alfred Adler, Lacam e muitos outros, mas nunca se contestou a existência das doenças psicossomáticas e a existência do potencial da mente como fonte debilitadora da razão humana, bem como a psicanálise enquanto ciência das palavras e sua contribuição para minimizar ou até mesmo curar os “males do espírito”, como se referia Freud, sobre as Histerias e transtornos da mente. Alguns pacientes não respondiam aos tratamentos e não se obtinham resultados sendo tratadas por meio de fármacos e outros métodos invasivos, em muito desumanos de sua época, em busca da tão esperada cura dos sintomas.

 

Sabe-se atualmente que, muito dos transtornos da mente, se atem no Campo do inconsciente e se projetam em nosso físico através da ansiedade, stress e depressões, lotando os consultórios dos hospitais e clínicas, porém os usos de fármacos, muitas vezes paliativos servem apenas como meio emergencial para retirar o individuo de uma crise emocional ou um transtorno.

 

Em muitos casos, estes pacientes necessitam também de um acompanhamento especifico que objetive desvendar dentro de sua mente a causa raiz de tais crises, para que não incorram em seu provável retorno, como um loop de transtornos não resolvidos. É sabido que não se pode manter um indivíduo todo o tempo vinculado as drogas, pois podem causar dependência e aquilatar outros transtornos, como a perda da capacidade laboral e qualidade de vida.

 

A saúde publica brasileira pactua com a medicina curativa e não preventiva o que gera alto consumo de drogas e aumenta o número de internações de emergência, prática que aumenta custos e onera os cofres públicos, contribuindo para o colapso nos sistemas de saúde.

 

No Brasil, a psicanálise tem sido considerada um tratamento disponível às elites, tendo um conceito utópico de ser apenas luxo para quem pode pagar um individuo para ouvir seus traumas e frustrações adquiridas na vida e que lhes impõe um mal estar físico ou mental, porém este contexto vem aos poucos se desfazendo devido aos sucessos que as análises tem alcançado nas mentes, enquanto terapia, e se tornando inevitável em uma sociedade emergente que vem  evoluindo intelectualmente e trazendo em si profundos questionamentos e ansiedades.

 

A análise torna-se assim uma necessidade a todo individuo buscando através do autoconhecimento a proteção aos traumas gerados pelos males da modernidade como: A crescente  violência urbana; a desigualdade social; o consumismo desenfreado; a necessidade de produzir e de se alto afirmar como ser humano moderno. Diante deste cenário, é inegável a urgência de se lançar mão dos benefícios e, da difusão da filosofia psicanalítica.

 

EMBASAMENTO TEÓRICO    

A psicanálise não possui o devido reconhecimento na saúde pública por parecer uma técnica demorada e banal, mas se fizermos uma analogia com o tratamento de  qualquer doença que demanda tempo para surtir qualquer efeito  como os  oncológicos ou nefrológicos, veremos que apesar de parecer banal, ou até mesmo superficial, nos serve para refutar a justificativa de que a psicanálise não teria lugar por não garantir a cura e a duração determinada do tratamento.

 

Um câncer em estágio avançado pode necessariamente não evoluir para o óbito imediato e a questão da duração do tratamento pode ser imprevisível em muitos casos. Isso não se constitui numa impossibilidade para que a instituição e o poder público deixem de investir no tratamento do paciente.

 

No campo da psicanálise os sintomas podem ser considerados a própria solução que o sujeito encontra para um determinado conflito.

 

Segundo Freud, o objeto da psicanálise é o inconsciente, e não se pode ter acesso a ele senão por suas formações: os sonhos, os chistes, os lapsos e os sintomas. Esses derivados do inconsciente são chamados de formações do inconsciente e comprovam a tese sobre a sua existência.

 

A tese que Lacan elaborou sobre o inconsciente, a partir de uma subversão da lingüística estrutural, desloca o objeto da psicanálise para uma lógica além do sentido. Esta tese de que o inconsciente é estruturado como uma linguagem proporciona a Lacan explicar não só a causalidade psíquica e a constituição da segunda tópica do aparelho freudiano, mas também dar um passo além de Freud em relação ao objeto da psicanálise.

 

O sintoma continua sendo uma metáfora, assim como na medicina. A diferença fundamental é que o sintoma, como metáfora para a psicanálise, está articulado à estrutura do inconsciente e do próprio paciente. Em outras palavras, o sintoma pode ser considerado como uma das identidades do próprio.

 

Deste modo podemos concluir que o paciente se reconhece no seu sintoma, que está diretamente relacionado ao seu narcisismo. O mesmo ama o seu sintoma como se fosse uma parte de si. Assim, para que haja tratamento é necessário que este paciente abra mão de uma parcela de seu sintoma em prol da transferência ao analista.

 

Por mais que o paciente se queixe de seu sintoma, iremos descobrir que ali há um ganho secundário, esse ganho secundário foi denominado por Lacan de gozo, e é por este “GOZO” que o sujeito procura o médico para atingir seu ganho secundário, portanto, o sintoma é uma solução encontrada para um conflito interno insuportável para o sujeito.

 

Na busca por substituto menos doloroso para seus sintomas e acreditando encontrar uma solução mais eficiente o paciente recorre a medicina. O medicamento ou a droga, apesar dos seus efeitos colaterais, pode cumprir o papel do substituto secundário, levando até mesmo o individuo, enquanto paciente de forma inconsciente, ou não, buscar o medico com um único intuito: a receita.

 

Nesse sentido que se pode afirmar que o sintoma se desloca nos tratamentos efetuados pela psiquiatria, e desta feita cabe a psicanálise o estudo dos sintomas para evitarem transferência dos sintomas para o médico e o acesso inconsciente aos medicamentos, que é de certa forma a sensação de prazer do paciente e seu ganho secundário.

 

Pelo menos no Brasil, existem ainda muitos psiquiatras que optam por um tratamento dinâmico, ou seja, uma aliança entre o tratamento psicofarmacológico (psicotrópicos) e um tratamento psicoterápico. Sem dúvida as drogas produzem efeitos no aparelho psíquico e no organismo. Quando bem aplicadas podem aliviar os sintomas, principalmente em relação aos fenômenos psicóticos (alucinações, delírios, automatismo mental e etc.).

 

Por outro lado, podem produzir para além dos efeitos positivos, efeitos colaterais que renovam a demanda do paciente. Nessa outra demanda medicamentosa o sujeito toma os efeitos da medicação como novos sintomas. Deste modo, é comum observar no tratamento psiquiátrico o manejo de mais de um medicamento no tratamento.

 

A lógica que está por trás desta iatrogênese[2], segundo (ILLICH, 1975, p. 32)” Ivan Illich, filosofo da ciência, e cita a medicina nestes termos com a seguinte critica: 

 

Em sentido mais amplo, a doença iatrogênica engloba todas as condições clínicas das quais os medicamentos, os médicos e os hospitais são os agentes patogênicos. Chamarei Iatrogênese clínica essa multidão de efeitos secundários, porém diretos, da terapêutica [...] Os medicamentos sempre foram venenos potenciais, mas seus efeitos secundários não desejados aumentaram com a sua eficácia e a extensão de seu uso. (ILLICH, p. 33, 1975).

 

Consiste no fato de que o primeiro medicamento produz efeitos positivos em relação à primeira queixa, mas, em contrapartida, este medicamento também produz efeitos negativos, os chamados efeitos colaterais.

 

Tendo em vista que esses efeitos colaterais são vistos e sentidos como novos sintomas pelo paciente, e que muitas vezes é difícil continuar o tratamento com um mesmo psiquiatra – principalmente em pacientes que utilizam o SUS –, surgem assim novas anomalias, novas prescrições a partir de novas demandas para anular os efeitos produzidos pela primeira medicação.

 

Nesse sentido, os tratamentos psiquiátricos se prolongam cada vez mais, beneficiando, em primeiro lugar, a indústria farmacológica e incentivando o consumo do que se denomina supostamente de saúde e aumenta o custo do tratamento do paciente para a saúde publica, bem como, diminui a qualidade de vida do cidadão enquanto paciente. Numa vertente contrária, a psicanálise trata de desatar o nó significante do sintoma.

 

Mas antes disso é necessário que o sujeito/paciente se implique no tratamento. Implicar significa se perguntar sobre o sentido do seu sintoma e o ganho secundário que se extrai dele. Em psicanálise não se remove o sintoma imediatamente. Uma parte do sintoma é deixada como está, para que dali se extraia algo que está relacionado com a sua formação.

 

A relação da psicanálise com os sintomas é o primeiro obstáculo a obtenção de um lugar nas instituições de saúde pública. Para os pacientes e para as instituições, o restabelecimento da saúde está relacionado à supressão dos sintomas como forma de cura e obtenção da saúde, com crença de que tal supressão resolva de forma definitiva a situação do paciente enquanto doente.

 

Mas para a psicanálise, a supressão de um sintoma não significa a supressão de um conflito psíquico. O sintoma pode ser suprimido rapidamente, mas com o preço do aparecimento de um substituto. Tratar o sintoma significa desatar o nó que constitui a própria estrutura de sua formação.

 

Deste modo, durante um tratamento psicanalítico o paciente passa muito tempo andando de mãos dadas com seus sintomas. Isso não significa que a psicanálise não produza efeitos terapêuticos secundários. Esses ganhos secundários trazem benefícios imediatos para a vida do mesmo.

 

Vimos até aqui que a psicanálise pode proporcionar ao longo do tratamento efeitos terapêuticos na vida do individuo e, mais ainda, reduzir consideravelmente um sintoma central. Com o acima exposto, já teria justificativas suficientes em relação aos benefícios que um psicanalista poderia trazer nas instituições de saúde pública. É importante esclarecer, que o sintoma central, ou o sintoma do paciente não é algo claro no início do tratamento.

 

Este sintoma é construído em torno de uma falta de saber. Não se trata dos sintomas que o sujeito apresentou ao psiquiatra e muito menos ao psicoterapeuta. Trata-se de um sintoma que é singular, irredutível aos manuais, e que não serve para nenhum outro paciente, mas apenas para o próprio. Trata-se de uma solução encontrada para suportar algo muito mais doloroso e que levou o sujeito a situação de paciente e a procurar a saúde publica como forma de socorro imediato, mas que a solução pode não estar na anulação dos sintomas e sim dentro do próprio.

 

A inserção da psicanálise no interior de uma instituição nada mais é do que uma variação da doutrina e do tratamento da psicanálise. Segundo Miller (2001) a psicanálise aplicada, neste caso, aplicada à terapêutica, está diretamente relacionada com os sintomas.

 

Trata-se de uma psicanálise que especula o sentido dos sintomas. A decifração dos sintomas, por si só, já produz efeitos terapêuticos rápidos. É o que podemos verificar na publicação das conversações clínicas de Barcelona intitulada Efectos terapêuticos rápidos (2005). Trata-se para Miller de explorar a dimensão da psicanálise lacaniana aplicada à terapêutica: casos de tratamentos breves, autênticos e peculiares.

 

Para Lacan, segundo Miller (2005) uma análise tem um fim, tem um ciclo e não é um tratamento infinito. A psicanálise aplicada consiste na produção de efeitos terapêuticos em torno de um determinado ciclo de tratamento, do qual podemos conseguir uma virada de posição do paciente em relação ao seu modo de gozo.

 

A psicanálise aplicada à medicina, à psicoterapia, à terapêutica não descarta o sintoma na sua estrutura fundamental do inconsciente, mas não tem pretensões de ir além do seu sentido.

 

Esse é um modo de aplicar a psicanálise nas instituições de saúde pública, mesmo que uma parcela do sintoma central da vida do paciente não seja redutível ao sentido. O sentido dos sintomas é o nó significante de sua formação. Na via da psicanálise aplicada, se visa desatar o nó dos sintomas enquanto sentido.

 

Em outras palavras, consiste em reduzir o sentido ao não-sentido do sintoma, ao que Lacan denominou caroço do sintoma, Freud umbigo dos sonhos, e Miller o osso de uma análise. Essa seria uma maneira de aplicar a psicanálise nas instituições de saúde pública.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste contexto, concluímos que a inclusão da psicanálise e perfeitamente viável na saúde publica de Montes Claros – MG, como agente minimizador dos distúrbios da mente, através do uso de técnicas comprovadas que possibilitam a diminuição dos sofrimentos que envolvem a psicossomática, pelo reconhecimento dos sintomas como promotores inconscientes do sujeito na busca de ganhos que possa solucionar seus conflitos internos, e, que vem se agravando pela maneira de viver do homem moderno.

 

Segundo Freitas (2010, p.11) “Os problemas do relacionamento humano se dão pela falta de compreensão do ser, independente do nível social do individuo, imprimindo-lhe ritmos de vida insustentáveis”.

 

A psicanálise e avalizada pelo Poder Público através do Ministério do Trabalho sobre o Código Brasileiro de Ocupações CBO n 02515-50 – 079.90.

 

O emprego da psicanálise é sim, uma terapia que não deve ser negada ao cidadão e não mensurada por tempo e sim igualada aos demais tratamentos como os oncológicos, nefrológicos, e tantos outros, onde o fator tempo depende da resposta do paciente.

 

A psicanálise é um diferencial ainda inexplorado, levando o sujeito ao seu autoconhecimento e favorecendo até mesmo os tratamentos supracitados, através das leituras e respostas do emocional expressos nos sintomas do sujeito enquanto paciente.

 

Assim justifica-se a relevância de se inserir a psicanálise na saúde pública de Montes Claros –MG oferecendo ao cidadão a cesso a este tratamento de forma gratuita.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

CAPONI, Sandra. A saúde como abertura ao risco. In: CEZERESNIA, Dina; MACHADO DE FREITAS, Carlos (Org.). Promoção da saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003, p. 55-77.

 

FREITAS, Adenir de. Reflexões sobre o Amor. Montes Claros, MG: Unimontes, 2010.

 

FREUD, Sigmund. A questão da análise leiga. Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, vol. XX, 1996a, p. 174-248.

 

FREUD, Sigmund. Psicanálise e psiquiatria. Conferência XVI. Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, vol. XVI, 1996b, p. 251-263.

 

CUGANA, Andrea Roxana (compiladora). Ecos y matices en psicoanalisis aplicado. Clínica de la psicosis, la fobia, el FPS y el pequeño grupo. Buenos Aires: Grama Ediciones, 2005. 255 p.

 

ILLICH, Ivan. A expropriação da saúde. Nêmesis da medicina. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, s.d., 196 p.

 

LACAN, Jacques. Ato de fundação. In: ______. Outros Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003, p. 235-247.

 

___________ O lugar da psicanálise na medicina. Opção Lacaniana. Revista Brasileira Internacional de Psicanálise. São Paulo, Edições Eólia, vol. 32, dezembro de 2001, p. 8-14. ISSN 1519-3128.

 

MILLER, Jacques-Alain y otros. Efectos terapéuticos rápidos. Conversaciones Clínicas con Jacques-Alain Miller en Barcelona. Buenos Aires: Paidós, 2005, 146 p.

 

___________. A ex-sistênia. Opção Lacaniana. Revista Brasileira Internacional de Psicanálise. São Paulo, Edições Eólia, vol. 33, junho de 2002, p. 8-21. ISSN 1519-3128.

 

___________. Psychanalyse pure, psychanalyse appliquée et psychothérapie. Revue de psychanalyse de l’École de la Cause Freudienne, Paris, France, nº 48, p. 7-35, 2001.

 


[1] Adenir Pereira de Freitas é graduado em Tecnologia em Telecomunicações e Tecnologia em Segurança do Trabalho; Psicologia aplicada; pós-graduado em Docência do Ensino Superior, Biosegurança e Meio-ambiente Saúde Pública e Educação a Distância - EAD; Psicopedagogia Clinica e Institucional; Neurociencia;Mestre ciências da Religião - Teologia Histórica; Psicanalista Clinico, membro da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática, Brasilia-DF. 

[2] Iatrogênese: termo técnico que qualifica a nova epidemia de doenças provocadas pela medicina, é composto das palavras gregas iatros (médico) e genesis (origem).

 



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